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PEJENE 2017 abre candidaturas para empresas

Data de publicação 31/01/2017
PEJENE2017
 
As empresas interessadas em acolher jovens a frequentar o penúltimo e último ano de qualquer curso do ensino superior podem submeter a sua candidatura aqui até 07 de abril.
 
 
 
Em abril arranca a segunda fase deste programa para acolher as candidaturas dos jovens estudantes aos estágios disponibilizados pelas empresas.
 
As candidaturas são feitas diretamente através da plataforma www.fjuventude.pt/pejene2017 onde, após avaliação de candidaturas das empresas e entidades de acolhimento, a Fundação da Juventude divulga a lista de vagas para estágios, iniciando-se assim as candidaturas para os jovens estudantes. 
 
O PEJENE enquadra-se num dos vetores estratégicos de atuação da Fundação da Juventude - Emprego e Empreendedorismo – e constitui um importante fator de enriquecimento curricular assim como aquisição de experiência e conhecimento em contexto laboral. Este programa tem vindo a responder, desde 1993, às necessidades dos jovens que se encontram a finalizar o ensino superior, permitindo desempenhar tarefas de caráter profissional, e aumentar os seus conhecimentos em ambiente real de trabalho e não esquecendo as tendências mundiais de desenvolvimento económico.
 
Para Ricardo Carvalho, Presidente Executivo da Fundação da Juventude, «na última edição do programa PEJENE a taxa de empregabilidade, verificada após a realização do estágio, foi de 19%, tendo-se verificado um crescimento de 4% face ao ano anterior. São resultados que se revelam bastante significativos, tendo em conta a conjuntura atual, em que existe uma grande dificuldade de empregabilidade por parte de jovens diplomados».
 
Para 2017 os eixos prioritários de ação levam a Fundação da Juventude a estipular como empresas prioritárias todas as que atuam nas áreas da Economia Laranja e Economia Verde. Assim sendo, são considerados prioritários todos os estágios que se encontrem diretamente ligados a indústrias culturais e indústrias criativas que  compreendem setores em que o valor dos seus bens e serviços se fundamenta na propriedade intelectual como seja arquitetura, as artes visuais e cênicas, o artesanato, o cinema, a investigação ou até a  moda, música, entre outros. Procurando dar resposta à necessidade de apoiar as economias verdes, são privilegiadas as áreas que promovam um desenvolvimento sustentável em termos ambientais e sociais, sejam eles através de processos produtivos industriais, comerciais, agrícolas ou de serviços.
 
«A Economia laranja constitui a base de uma nova partilha do valor da informação na era da criatividade. Apesar da relação complexa entre a economia e a cultura existem que destacam a importância da economia laranja na economia mundial, assim como o seu elevado potencial enquanto exportador de bens e serviços e enquanto potenciador de uma nova geração de empregos. Já a economia verde aponta para um desenvolvimento económico compatibilizando-o com igualdade social, erradicação da pobreza, reduzindo os impactos ambientais negativos e a escassez de matérias-primas», explica Ricardo Carvalho.

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